Funcionalidades Segurança Experimentar Academy Preços Contato
IdiomaAbrir o app
Início Academy Módulo 2 — Abrir o cofre
Módulo 02 · Fundamentos · 9 min

Abrir o cofre, e não dar a chave a ninguém.

Antes do primeiro euro registrado, o Ozorys pede um gesto fundador: escolher o código que vai criptografar tudo. Este módulo explica o que acontece de verdade nesse instante — e por que é uma pequena revolução.

Um cofre, não uma conta

Na abertura, nada de e-mail, nada de «esqueci minha senha», nenhum servidor que conheça você. O Ozorys cria um cofre criptografado no seu dispositivo e entrega a você a única chave: seu código PIN. A diferença não é cosmética — é uma inversão completa da relação de força.

Desse código, o aplicativo deriva uma chave de criptografia por 600 000 iterações de cálculo (PBKDF2) e depois sela cada dado em AES-256-GCM — o padrão dos Estados e dos bancos. Seus valores, suas categorias, suas notas: tudo é ilegível sem essa chave, inclusive para nós.

Para guardar

Zero-Knowledge significa literalmente «zero conhecimento»: nossos servidores não guardam nem seu código, nem sua chave, nem a menor cópia legível dos seus dados. O que não possuímos não pode ser vendido, nem hackeado, nem exigido.

A tela de aviso Zero-Knowledge do Ozorys antes da criação do código PIN
O aviso ZK

O aviso fundador: o Ozorys diz sem rodeios, antes mesmo de você criar seu PIN.

A forja da chave — demonstração

Digite um código de teste (nunca o seu código real) e veja a derivação em ação. Depois mude um único dígito: a chave não tem mais nada a ver. É o efeito avalanche — o coração da sua segurança.

0 / 600 000 iterações
···· ···· ···· ····

Ilustração pedagógica: a derivação real (PBKDF2) e o selamento AES-256-GCM acontecem no seu dispositivo, nunca em outro lugar.

A responsabilidade que vem com a liberdade

Essa arquitetura tem um reverso assumido, escrito em dourado desde a primeira tela: se você perder seu código secreto, seus dados ficarão definitivamente indecifráveis. Ninguém poderá restaurá-los — nem mesmo a equipe do Ozorys. E é exatamente essa a prova de que o sistema cumpre o que promete.

A defesa não é escolher um código fraco: é preparar seu backup desde o primeiro dia. O Ozorys guia você até sua rede de três malhas — o dispositivo, um arquivo criptografado, a nuvem Tribu — e até a chave mestra imprimível em QR, para guardar junto com seus papéis importantes. O módulo 19 dedica uma lição inteira a isso.

O outro lado da moeda

Um código esquecido sem backup preparado é um cofre soldado para sempre. Três minutos de preparação hoje valem uma tranquilidade definitiva.

Escolher um código à altura de um cofre

O PIN do Ozorys não é o código de quatro dígitos do seu cartão: quanto mais longo, mais a derivação encarece cada tentativa de quem quiser forçar a porta. Evite datas de nascimento e sequências óbvias; prefira uma sequência que pertença só a você — um pequeno ritmo que seus dedos conhecem e que as pessoas ao seu redor não adivinham.

E se houver olhos por cima do seu ombro? O aplicativo está atento: o modo discreto esconde seus valores com um gesto, e um chacoalhão brusco dispara o Panic Shake — bloqueio imediato, evento registrado no Diário de Segurança. Você está em casa, com porta blindada.

O reflexo certo

Trate esse código como a combinação de um cofre de verdade: nunca em um e-mail, nunca em uma nota aberta no celular. Se precisar anotá-lo, faça no papel, longe do dispositivo.

O ritual de abertura

Cada sessão começa com uma pequena cerimônia: o teclado do código, depois seu nome que aparece — «Bom dia» ou «Boa noite» conforme a hora — e o anel do Dinheiro para Viver que desperta, halo dourado, números que se revelam. Três segundos que dizem: aqui é a sua casa.

Esse teatro não é gratuito: ele instala o hábito. A gente volta de bom grado a um lugar que nos acolhe — e um orçamento consultado todo dia é um orçamento que diz a verdade. O ritual é o primeiro degrau do método; o registro em dois gestos, no módulo seguinte, é o segundo.

A tela inicial do Ozorys no ritual de abertura: saudação personalizada e anel vivo do Dinheiro para Viver
O ritual

O ritual: seu nome, o anel que respira — o cofre reconhece você.

Vamos ver se pegou

Seis perguntas, correção imediata. Suas respostas nunca saem desta página — claro.

1. O que os servidores do Ozorys guardam a respeito do seu código PIN?

É a própria definição de Zero-Knowledge: nem o código, nem a chave que dele deriva, nem a menor cópia legível dos seus dados saem do seu dispositivo.

2. Sua chave de criptografia é obtida por…

As 600 000 iterações tornam cada tentativa de código propositalmente cara: um ataque de força bruta fica proibitivo. Os dados, esses, são selados em AES-256-GCM.

3. Você perde seu código, sem backup preparado. O que a equipe do Ozorys pode fazer?

Ninguém guarda uma cópia da sua chave. É a contrapartida assumida da soberania — daí o backup a preparar desde o primeiro dia.

4. A verdadeira defesa contra a perda do código é…

O dispositivo, um arquivo criptografado, a nuvem Tribu — mais a chave mestra imprimível: perder seus dados exigiria then muito empenho.

5. Um bom PIN do Ozorys se parece com…

A derivação encarece cada tentativa, mas um código adivinhável anula tudo: nem datas, nem sequências — um ritmo seu, que seus dedos conhecem.

6. Um chacoalhão brusco do celular…

O reflexo de sobrevivência do cofre: tela bloqueada na hora, evento com data e hora no Diário de Segurança.

O desafio do dia

Abra (ou reabra) seu cofre e faça os três gestos do soberano: confira que seu código não é uma data nem uma sequência, dispare um backup criptografado e localize onde imprimir sua chave QR em papel. Dez minutos hoje — uma tranquilidade definitiva.

Para ir mais longe

Manual de usoPercurso Fundações · 26 módulosExperimentar o app